Mais fotos de Pedro 'o Bué' Cerqueira em: http://imagensdescalcas.blogspot.com/
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terça-feira, julho 15, 2008
quinta-feira, julho 03, 2008
O Jardim das Pessoas Futuras - ESTREIA
Escola de Teatro "Era uma vez" Teatro Ribeiragrandense
12 Julho 21h30 (público em geral)
13 Julho 16h (público em geral)
14 e 15 Julho 10h (por marcação)
Encenação: Maria Simões
Interpretação: Carlota Dâmaso, Cátia Quaresma, Filomena Gonçalves, Isabel Sousa, Luís Tavares, Maria Moura, Sara Cabral, Teresa Menezes
Cartaz: Luís Roque
Informações e reservas: acpontilha@sapo.pt / 918755851
Co-Produção: Pontilha Associação Cultural - Descalças Cooperativa Cultural
Sinopse
Algures na II Guerra Mundial, um Centro de Acolhimento nos arredores de Londres. Um encontro, ou uma ficção de um encontro impossível: o de crianças que se tornaram pessoas notáveis, quatro delas Prémios Nobel da Paz. O Jardim das pessoas futuras é uma peça em três actos, onde cada acto faz colidir a(s) história(s) e os espaços: um Centro de Acolhimento, a Atlântida e o Jardim das Pessoas Futuras. É uma história de crianças que vão ser grandes um dia (pois na infância são simplesmente enormes), e realmente mudar o mundo. Isto de mudar o mundo parece sempre uma utopia. Mas foram essas utopias, essas e outras, as que realmente o fizeram. Colocamos estas sementes de pessoas futuras em palco. Onde tudo existe, até o que nunca existirá. E fazemos um jogo entre as sementes abandonadas na guerra. Onde as crianças também brincam, conscientes e alheias ao mundo à sua volta. São essas as palavras e as acções que constroem. Através da imaginação e da realidade. Através do sonho de cada pessoa. Através de um sino que toca e as faz acordar… parece que cheira a café…
terça-feira, janeiro 22, 2008
Escola de Teatro "Era uma Vez" - Inscrições abertas
INSCRIÇÕES ABERTAS
para a Escola de Teatro "Era uma Vez" da Pontilha - Associação Cultural. Uma escola de formação para crianças e jovens (>6 anos) onde as Descalças assumem não só a direcção artística e pedagógica mas também se apresentam como formadoras.
Sessões: Terças e Sextas-feiras
das 18h - 20h
Teatro Ribeiragrandense
(inscrições limitadas)
das 18h - 20h
Teatro Ribeiragrandense
(inscrições limitadas)
foto retirada de: http://www.noatocultural.org.br
domingo, junho 24, 2007
domingo, junho 17, 2007
Bagunça - Escola de Teatro 'Era uma Vez'
Co-produção: Pontilha – Associação Cultural Descalças – cooperativa cultural
Parceria: Conservatório de Música de Ponta Delgada
Teatro Ribeiragrandense
ESTREIA 20 Jun, 10h – público escolar
21 e 22 Jun, 10h – público escolar
23 Jun, 21h30
24 Jun, 16h30
Sinopse
Na peça original de Guto Greco (dramaturgo brasileiro) o clássico Romeu e Julieta tomava lugar numa lixeira ocupada por gatos vagabundos. Na adaptação de Maria Simões, a Bagunça é um bairro degradado e pobre, as personagens são humanas, mendigos e mendigas, mas humanas. Isoladas pela exclusão social, as pessoas da Bagunça acreditam que aquele é o seu país, ou o seu mundo, como quem vive numa pequena ilha sem qualquer contacto com o exterior. Na Bagunça habitam: o Romeu, o Mercúrio, a Teobalda, a Ana, a Julieta, pessoas alcoólicas, preguiçosas, fracas e doentes, travestis,
portadoras de deficiências físicas, menores abandonadas, pequenas crianças dos cinco continentes do planeta que, depois de retiradas das suas famílias para ingressar em exércitos, perdem a capacidade de adaptação à paz e por isso ali vão parar… Também gatos e ratos habitam a Bagunça, por vezes julgam-se pessoas humanas, outras vezes são as personagens humanas que lhes dão humanidade.
A sua fonte de alimento e de tudo o resto é o lixo que ali é despejado diariamente, um dia num dos lados da cerca, no dia seguinte do outro lado e assim se divide uma população, o bando do Romeu e o bando da Teobalda… É a fome e a disputa pelos restos de comida que fazem despoletar a guerra entre os dois bandos.
Numa viagem por diferentes estilos musicais, a música original transporta a acção e as personagens para uma dimensão onírica, exaltando os momentos de libertação das suas vidas reais que dão origem à construção de uma nova Bagunça.
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fotos: Sara Seabra
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Ficha Técnica e Artística (incompleta)
Texto Original Guerreiros da Bagunça
Autor Guto Greco
Tradução e Adaptação Maria Simões
Encenação Maria Simões e Catarina Ferreira
Composição Musical e Sonoplastia Teresa Gentil
Figurinos Sandra Botelho Oficina Têxtil
Cenografia Maria Simões e José David Cabral
Letras Guto Greco, Maria Simões e Teresa Gentil
Desenho de Luz André Raposo
Cartaz Joana Dias
Direcção Musical Teresa Gentil
Direcção Coral Ana Paula Andrade
Interpretação:
Actores e Actrizes da Escola de teatro “Era uma vez…” da Pontilha Associação Cultural
Ana Teresa Carneiro, Beatriz Barata, Cátia Quaresma, Filomena Gonçalves, Francisco Malaquias, Gonçalo Ribeiro, Inês Leite, Inês Moniz, Isabel Sousa, Liliana Fachada, Luís Tavares, Maria Moura, Raul Câmara, Rui Cordeiro, Sara Cabral, Tiago Melo
Coro Infantil do Conservatório de Música de Ponta Delgada
Alice Preto, Ana Rita Melo, André Fernandes, Beatriz Garcia, Beatriz Lavouras, Carolina, Cristiana Melo, Diogo Vaz, Francisco Vieira, Gonçalo Bernardo, Gonçalo Rafael, Guilherme Amaro, Gustavo, Henrique Constância, Isabel Bettencourt, Isabel Coutinho, João Ponte, Leonor, Margarida Pereira, Maria Ana, Miguel Rato, Miriam Morais, Nádia Simão, Rafael Melo, Sofia Bento, Sofia Sousa, Teresa Costa, Tiago Melo, Vasco Salgueiro
Percussões ao vivo Teresa Gentil e Henrique Constância
Músicas Sílvia Oliveira (Flauta), Katerina L’dokova (Piano), Lídia Medeiros (Violino), Gianna di Toni (Guitarra), Teresa Gentil (Percussões)
Parceria: Conservatório de Música de Ponta Delgada
Teatro Ribeiragrandense
ESTREIA 20 Jun, 10h – público escolar
21 e 22 Jun, 10h – público escolar
23 Jun, 21h30
24 Jun, 16h30
SinopseNa peça original de Guto Greco (dramaturgo brasileiro) o clássico Romeu e Julieta tomava lugar numa lixeira ocupada por gatos vagabundos. Na adaptação de Maria Simões, a Bagunça é um bairro degradado e pobre, as personagens são humanas, mendigos e mendigas, mas humanas. Isoladas pela exclusão social, as pessoas da Bagunça acreditam que aquele é o seu país, ou o seu mundo, como quem vive numa pequena ilha sem qualquer contacto com o exterior. Na Bagunça habitam: o Romeu, o Mercúrio, a Teobalda, a Ana, a Julieta, pessoas alcoólicas, preguiçosas, fracas e doentes, travestis,
portadoras de deficiências físicas, menores abandonadas, pequenas crianças dos cinco continentes do planeta que, depois de retiradas das suas famílias para ingressar em exércitos, perdem a capacidade de adaptação à paz e por isso ali vão parar… Também gatos e ratos habitam a Bagunça, por vezes julgam-se pessoas humanas, outras vezes são as personagens humanas que lhes dão humanidade.A sua fonte de alimento e de tudo o resto é o lixo que ali é despejado diariamente, um dia num dos lados da cerca, no dia seguinte do outro lado e assim se divide uma população, o bando do Romeu e o bando da Teobalda… É a fome e a disputa pelos restos de comida que fazem despoletar a guerra entre os dois bandos.
Numa viagem por diferentes estilos musicais, a música original transporta a acção e as personagens para uma dimensão onírica, exaltando os momentos de libertação das suas vidas reais que dão origem à construção de uma nova Bagunça.
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fotos: Sara Seabra
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Ficha Técnica e Artística (incompleta)
Texto Original Guerreiros da Bagunça
Autor Guto Greco
Tradução e Adaptação Maria Simões
Encenação Maria Simões e Catarina Ferreira
Composição Musical e Sonoplastia Teresa Gentil
Figurinos Sandra Botelho Oficina Têxtil
Cenografia Maria Simões e José David Cabral
Letras Guto Greco, Maria Simões e Teresa Gentil
Desenho de Luz André Raposo
Cartaz Joana Dias
Direcção Musical Teresa Gentil
Direcção Coral Ana Paula Andrade
Interpretação:
Actores e Actrizes da Escola de teatro “Era uma vez…” da Pontilha Associação Cultural
Ana Teresa Carneiro, Beatriz Barata, Cátia Quaresma, Filomena Gonçalves, Francisco Malaquias, Gonçalo Ribeiro, Inês Leite, Inês Moniz, Isabel Sousa, Liliana Fachada, Luís Tavares, Maria Moura, Raul Câmara, Rui Cordeiro, Sara Cabral, Tiago Melo
Coro Infantil do Conservatório de Música de Ponta Delgada
Alice Preto, Ana Rita Melo, André Fernandes, Beatriz Garcia, Beatriz Lavouras, Carolina, Cristiana Melo, Diogo Vaz, Francisco Vieira, Gonçalo Bernardo, Gonçalo Rafael, Guilherme Amaro, Gustavo, Henrique Constância, Isabel Bettencourt, Isabel Coutinho, João Ponte, Leonor, Margarida Pereira, Maria Ana, Miguel Rato, Miriam Morais, Nádia Simão, Rafael Melo, Sofia Bento, Sofia Sousa, Teresa Costa, Tiago Melo, Vasco Salgueiro
Percussões ao vivo Teresa Gentil e Henrique Constância
Músicas Sílvia Oliveira (Flauta), Katerina L’dokova (Piano), Lídia Medeiros (Violino), Gianna di Toni (Guitarra), Teresa Gentil (Percussões)
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