segunda-feira, setembro 17, 2012
sexta-feira, junho 03, 2011
terça-feira, maio 31, 2011
Lançamento Livro
quinta-feira, maio 26, 2011
Uma alegria com 4 anos de vida!
quarta-feira, maio 04, 2011
segunda-feira, fevereiro 28, 2011
quinta-feira, novembro 04, 2010
Aceitamos
sábado, outubro 30, 2010
quarta-feira, julho 28, 2010
quinta-feira, maio 20, 2010
"Mais um dia à procura" estreia na Bolívia
domingo, maio 16, 2010
quinta-feira, maio 13, 2010
segunda-feira, maio 10, 2010
"Mais um dia à procura"
O filme da Maria, produzido pela Corredor Associaçao cultural, foi premiado!Prémios PrimeirOlhar – X Encontros de Viana
Resultados da secção competitiva dos X Encontros de Viana:
Prémio PrimeirOlhar (€1000), atribuído pelo júri Oficial, constituído por Margarita Ledo Andión, Rui Poças e Manuel Claro, ao filme EU ADORO ESTE SOM, de Filipe Fernandes, Rui Matos, Zulmira Gamito, alunos da Licenciatura em Cinema, Vídeo e Comunicação Multimédia da Universidade Lusófona;
Prémio PrimeirOlhar/Cineclubes (€1000), atribuído pela Federação Portuguesa e pela Federação Galega de Cineclubes, sendo o júri constituído por Denise Cunha Silva, Ana Marta Custódio e Cristobal Lores Torres, ao filme MAIS UM DIA À PROCURA, de Maria Simões, realizado no âmbito do atelier de Cinema Documental da Corredor – Associação Cultural. Este júri decidiu ainda atribuir uma Menção Honrosa ao filme ÉTER, de Bertolino Pedro, Cláudio Rato, João Figueiredo, Luís Montanha e Pedro Cruz, alunos da
Escola Superior de Tecnologia de Abrantes, do Curso de Vídeo e Cinema Documental.
Prémio PrimeirOlhar/IPJ em material audiovisual a atribuir pelo Instituto Português da Juventude, foi atribuído ao documentário EU ADORO ESTE SOM, de Filipe Fernandes, Rui Matos, Zulmira Gamito, alunos da Licenciatura em Cinema, Vídeo e Comunicação Multimédia da Universidade Lusófona, por deliberação do júri constituído por Maria Remédio, Dânia Lucas e Mariana Castro.
mais informaçoes: AO Norte
sexta-feira, abril 16, 2010
manifesto sobre liberdade artística e mecenato cultural
Investir em arte, encomendar trabalho a artistas revela que não só a comunidade artística mas também uma parte (endinheirada) da sociedade acredita que a arte vale a pena ser incentivada, pode transformar o mundo e torná-lo um sítio melhor. A outra parte da sociedade - o público ou as entidades parceiras - são eternamente cúmplices porque compõem as partes fundamentais do diálogo com a arte.
Assim, são antigas as relações entre artistas e quem apoia, financia parcialmente o seu trabalho. Também é ainda mais antiga a relação entre a arte e o público a quem se destina. E há histórias de todos os tipos. Shakespeare, por exemplo, era constantemente pressionado para que escrevesse teatro que agradasse ao público. Mas as concepções de "agrado ao público" que os mecenas tinham e as reais eram, muitas vezes, bastante diferentes. Rivera viu destruído um mural porque pintara uma verdade política e social, a arte incomodava, perturbava, acusava, não podia ser apoiada. Muitos mecenas apoiaram financeiramente obras de arte que os punham a eles próprios em causa, e isso apenas foi benéfico para esses mecenas que manifestaram, com certo humor, uma aceitação da crítica que é digna de pessoas mais capazes, mais à frente dos seus próprios tempos. O humor em Portugal conta vários episódios que vão desde a mais pura liberdade (artística, de expressão e de opinião) até à mais básica censura. Em tempos de ditadura e fora deles, histórias há muitas.
Uma história actual:
Porque acreditamos que a Arte é um bem comum e público que deve estar ao alcance de todos e todas, porque acreditamos que cada pessoa é portadora de capacidade criativa, sensibilidade estética e sentido de solidariedade e cooperação, acreditamos também na nossa própria capacidade criativa de, enquanto artistas ou cidadãs, nos manifestarmos pública e livremente no lugar onde escolhemos viver! Às vezes, algo tão simples, transforma-se numa batalha. Mesmo quando assim é, essa é uma batalha que consideramos valer sempre a pena travar.
quarta-feira, março 31, 2010
"Mais um dia à procura" de Maria Simoes

O filme da descalça Maria foi seleccionado para o Panorama 2010 - 4ª Mostra do documentário Português.*
Este filme foi realizado no âmbito do Atelier de Cinema Documental promovido pela Corredor - Associaçao Cultural, o final de 2009 e que contou, entre outros, com o apoio da CASA DESCALÇA.
A mostra decorre entre 9 e 18 de Abril. O filme da Maria passa no dia 18, pelas 17h, no Cinema S. Jorge em Lisboa.
* A iniciativa continua a evidenciar-se por ser uma Mostra não competitiva, exclusivamente nacional, contribuindo para que se conheça cada vez melhor o documentário que se produz, anualmente, no nosso país. Decorre de 9 a 18 de Abril, em Lisboa, no Cinema Sao Jorge. Mais informaçoes em:
http://www.panorama.org.pt
http://www.apordoc.org
http://www.facebook.com/pages/Panorama-4a-Mostra-do-Documentario-Portugues/245441258470
http://www.videotecalisboa.org/index.php?module=ContentExpress&func=display&ceid=251
Descalças na Bolívia
quinta-feira, janeiro 07, 2010
Descalças hoje em Conversa Fiada, na TSF Açores
18h10, a "Conversa Fiada" com Paulo Simões e a Maria Descalça, para ouvir na TSF Açores.
http://www.acorianooriental.pt/noticias/tsf/
terça-feira, janeiro 05, 2010
apelo à participação
Um abraço descalço e até lá!
Augusto Boal no Encontro Nacional de Teatro do Oprimido (Brasil). foto em: rogeliocasado.blogspot.com
quarta-feira, dezembro 30, 2009
Relatórios
Aqui fica o relatório de actividades de 2004-2008. Podem clicar neles e saber um pouco mais de nós. Desde Janeiro de 2006 nos Açores, Descalças. Aqui e no mundo.
O relatório de 2009 está a vestir-se.
O Manifesto e Missão Descalça para 2010 já estão sonhados. Vamos em frente! Passo por passo. Devagarinho!







