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quarta-feira, dezembro 30, 2009
quinta-feira, dezembro 17, 2009
Corredor leva filmes dos Açores a Paris
A Casa Descalça acolheu, entre Outubro e Novembro, o Atelier de Cinema Documental promovido pela parceira Corredor-Associação Cultural. Desse atelier, orientado por Frederico Lobo, Tiago Hespanha e Leonor Noivo, resultaram 4 filmes:
Barcos em Terra - de Francisco Cogumbreiro
Mais um dia à procura - da descalça Maria Simões
A ilha do preto - de André Laranjinha
À beira do mar - de Tiago Melo Bento
Nos próximos dias, estes filmes vão ser apresentados em Paris, nos Ateliers Varan, numa sessão sobre o documentário nos Açores. Às vezes, é muito difícil levarmos o nosso trabalho para fora da ilha... Às vezes, é possível! Parabéns, Corredor. Bons voos!
A ilha do preto - de André Laranjinha
À beira do mar - de Tiago Melo Bento
Nos próximos dias, estes filmes vão ser apresentados em Paris, nos Ateliers Varan, numa sessão sobre o documentário nos Açores. Às vezes, é muito difícil levarmos o nosso trabalho para fora da ilha... Às vezes, é possível! Parabéns, Corredor. Bons voos!
quinta-feira, julho 09, 2009
reportagem RTPaçores - oficina de criação de figurinos
transmitida no Telejornal de 7 de Julho de 2009, mesmo no final do programa.
para ver:
http://ww1.rtp.pt/multimedia/index.php?tvprog=1505&idpod=27256&formato=wmv&pag=recentes&escolha=
para ver:
http://ww1.rtp.pt/multimedia/index.php?tvprog=1505&idpod=27256&formato=wmv&pag=recentes&escolha=
sexta-feira, julho 03, 2009
Ser cooperativa
4 Julho 2009 (1º sábado de Julho)
Dia Internacional das Cooperativas
(c) Tomo Jesenicnik
Dia Internacional das Cooperativas
(c) Tomo JesenicnikO Dia Internacional das Cooperativas foi instituído pelas Nações Unidas como reconhecimento do contributo que este sector presta ao bem-estar da população mundial e dos serviços prestados por cooperativistas enquanto partidários do exercício de cidadania responsável, em todo o mundo.
Devido à sua estrutura democrática - assente nas pessoas -, as cooperativas, sendo por essência entidades sem fins lucrativos, recordam dia-a-dia valores específicos do cooperativismo: auto-ajuda, responsabilidade própria, democracia, igualdade, equidade e solidariedade. E estes são também valores com que Descalças - cooperativa cultural se identifica.
Desde 1895 as cooperativas estão organizadas internacionalmente, cabendo à Aliança Cooperativa Internacional (ACI) a coordenação desse movimento nos cinco continentes. Para este ano a ACI faz um apelo às pessoas cooperadoras do mundo inteiro para que reforcem o seu compromisso nos valores e princípios cooperativos, para que celebrem o seu sucesso nestes tempos difíceis e para que trabalhem em conjunto por forma a assegurarem-se que lideram formas alternativas de ultrapassar a “dita” crise, no mundo.
É o que seguimos fazendo... descalças!
Devido à sua estrutura democrática - assente nas pessoas -, as cooperativas, sendo por essência entidades sem fins lucrativos, recordam dia-a-dia valores específicos do cooperativismo: auto-ajuda, responsabilidade própria, democracia, igualdade, equidade e solidariedade. E estes são também valores com que Descalças - cooperativa cultural se identifica.
Desde 1895 as cooperativas estão organizadas internacionalmente, cabendo à Aliança Cooperativa Internacional (ACI) a coordenação desse movimento nos cinco continentes. Para este ano a ACI faz um apelo às pessoas cooperadoras do mundo inteiro para que reforcem o seu compromisso nos valores e princípios cooperativos, para que celebrem o seu sucesso nestes tempos difíceis e para que trabalhem em conjunto por forma a assegurarem-se que lideram formas alternativas de ultrapassar a “dita” crise, no mundo.
É o que seguimos fazendo... descalças!
terça-feira, abril 14, 2009
quarta-feira, abril 01, 2009
Beba café com... Zeca Medeiros
Hoje, pelas 21h30, vamos estar descalças no Teatro Ribeiragrandense
à conversa com... Zeca Medeiros!
Contamos com a vossa presença... pela cultura!
e não, não é mentira! Vamos mesmo estar lá!
------
Olá a tod@s No âmbito da Feira do Livro, no dia 1 de Abril, ás 21.30h, o Zeca Medeiros fala sobre A Cultura nos Açores…o que é, o que poderá vir a ser!. O momento de conversa, informal, terá a participação das "Descalças" e acontece no Teatro Ribeiragrandense.
Feira do Livro
Considerada desde sempre como uma importante área a explorar, a leitura é um pilar básico na estrutura global da aprendizagem. Sendo um dos melhores instrumentos de comunicação de que dispomos, a leitura e a escrita facilitam o caminho de relação com o mundo, devendo motivar-se a sua aprendizagem de modo a permitir que todos desfrutem e se recriem no seu uso. Através da leitura é possível comunicar, representar e regular comportamentos.A Feira do Livro, organizada pela Universidade Aberta e pela Câmara Municipal da Ribeira Grande, constitui uma estratégia de aproximação ao livro pela população da Ribeira Grande. Contribui para criar hábitos de leitura, para que todos possam alcançar melhores níveis de literacia e que se sintam plenamente aptos a lidar com a palavra escrita, em qualquer circunstância da vida.Exige-se, por isso, tendo em atenção, nomeadamente, os interesses da população abrangida e as suas motivações, de modo a suscitar um diálogo íntimo com os livros, induzam ao prazer de ler e aprofundem, simultaneamente, a leitura, facilitando o acesso à compreensão e à apreciação crítica do que é lido.Ao mesmo tempo a Feira deve ter um efeito aglutinador, criando sinergias, permitindo a realização, em paralelo, de outros eventos de cariz cultural.Procura-se atrair diferentes tipos de protagonistas como artistas, formadores, professores, escritores, jornalistas, actores, animadores de leitura e contadores de histórias. As acções poderão assumir diversas formas, em diferentes áreas de expressão artística: homenagem a artistas locais, acções de formação, ateliers, espectáculos, cursos breves de literatura, comunidades de leitores, exposições, sessões de autógrafos, concursos, entre outras.Se souber de alguém interessad@, aqui fica o convite.
à conversa com... Zeca Medeiros!
Contamos com a vossa presença... pela cultura!
e não, não é mentira! Vamos mesmo estar lá!
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Olá a tod@s No âmbito da Feira do Livro, no dia 1 de Abril, ás 21.30h, o Zeca Medeiros fala sobre A Cultura nos Açores…o que é, o que poderá vir a ser!. O momento de conversa, informal, terá a participação das "Descalças" e acontece no Teatro Ribeiragrandense.
Feira do Livro
Considerada desde sempre como uma importante área a explorar, a leitura é um pilar básico na estrutura global da aprendizagem. Sendo um dos melhores instrumentos de comunicação de que dispomos, a leitura e a escrita facilitam o caminho de relação com o mundo, devendo motivar-se a sua aprendizagem de modo a permitir que todos desfrutem e se recriem no seu uso. Através da leitura é possível comunicar, representar e regular comportamentos.A Feira do Livro, organizada pela Universidade Aberta e pela Câmara Municipal da Ribeira Grande, constitui uma estratégia de aproximação ao livro pela população da Ribeira Grande. Contribui para criar hábitos de leitura, para que todos possam alcançar melhores níveis de literacia e que se sintam plenamente aptos a lidar com a palavra escrita, em qualquer circunstância da vida.Exige-se, por isso, tendo em atenção, nomeadamente, os interesses da população abrangida e as suas motivações, de modo a suscitar um diálogo íntimo com os livros, induzam ao prazer de ler e aprofundem, simultaneamente, a leitura, facilitando o acesso à compreensão e à apreciação crítica do que é lido.Ao mesmo tempo a Feira deve ter um efeito aglutinador, criando sinergias, permitindo a realização, em paralelo, de outros eventos de cariz cultural.Procura-se atrair diferentes tipos de protagonistas como artistas, formadores, professores, escritores, jornalistas, actores, animadores de leitura e contadores de histórias. As acções poderão assumir diversas formas, em diferentes áreas de expressão artística: homenagem a artistas locais, acções de formação, ateliers, espectáculos, cursos breves de literatura, comunidades de leitores, exposições, sessões de autógrafos, concursos, entre outras.Se souber de alguém interessad@, aqui fica o convite.
sexta-feira, março 27, 2009
adiamento
Por motivos imprevistos, o espectáculo "Sopa de Letras" agendado para amanhã, dia 28 de Março, inserido na Comemoração do Dia Mundial do Teatro (27 de Março) no Estabelecimento Prisional de Ponta Delgada, terá que ser adiado para data a anunciar.
Pelo facto, pedimos as nossas desculpas a toda a comunidade reclusa e não reclusa do Estabelecimento Prisional de Ponta Delgada.
quarta-feira, março 04, 2009
Descalças no IV Encontro Regional de Teatro Escolar
A convite da Escola Secundária de Lagoa, a descalça Maria Simões está a participar no IV Encontro Regional de Grupos de Teatro Escolar, tendo-lhe sido pedida a análise (mais ou menos) crítica dos espectáculos apresentados, ao longo dos 3 dias. O Encontro teve início hoje (4 Março) e prolonga-se até ao próximo dia 6 de Março, com a participação de grupos de 6 ilhas do arquipélago num total de mais de 20 espectáculos. Ao que parece, o Teatro escolar está em forma, na região! Parabéns à escola organizadora, e ficamos gratas pelo convite!
segunda-feira, fevereiro 23, 2009
uma CASA muito DESCALÇA
Pois é, mais um sonho a tornar-se realidade!
As Descalças têm uma casa nova no centro de Ponta Delgada, uma casa que esperam abrir brevemente ao público.
As Descalças têm uma casa nova no centro de Ponta Delgada, uma casa que esperam abrir brevemente ao público.
Mas a CASA está vazia e as Descalças gostariam que o povoamento e humanização passasse também por vocês, para além de que defendemos a reutilização criativa, principalmente de trastes que existam nas vossas casas, nas garagens, nas lixeiras, nas memórias. É por isso que aqui colocamos este pedido e esta informação, aguardando a vossa pegada na nossa/vossa nova CASA DESCALÇA!
Precisamos de tudo: de cadeiras, mesas, armários, estantes e prateleiras, espelhos, arcas ou baús para guardar tesouros, malas de viagem, pequenas relíquias de família, objectos com histórias para contar, livros, cds, dvds, jogos pedagógicos, sapatos, chapéus, adereços e figurinos para teatro, um piano vertical e outros instrumentos musicais, canecas de chá, de café, castiçais, velas, quadros, fotografias bonitas, um telefone sem fios, uma impressora, almofadas ou puffs (mesmo vazios), latas de tinta, pincéis, um rádio ou aparelhagem com leitor de cd's, colunas de som, um leitor de dvd, um frigobar, um projector de vídeo, restos de tecidos, tábuas de madeira, janelas ou portas velhas, um ecoponto, baldes de lixo, molduras, tapetes coloridos.. enfim, de tudo mesmo!
As coisas de que já não necessitas, podem ser relíquias para nós! E, ainda, não têm que ser oferecidas ou doadas. Podem simplesmente ser emprestadas. Vai ficar tudo registado no livrinho... com a tua e a nossa assinatura!
Contamos com a tua pegada!
sexta-feira, fevereiro 20, 2009
Piano compositor@s
ler a notícia completa, no Expresso das Nove de 6.Fev.09
http://www.expressodasnove.pt/interiores.php?id=3325
http://www.expressodasnove.pt/interiores.php?id=3325
sábado, fevereiro 14, 2009
Descalças firmam pegada nos Açores
Balanço 2008
Como há um ano atrás, mais um texto para quem gosta de ler...
Na cultura, nem todos os números baixam! Os de público, de actividades e novas criações descalças... estão sempre a aumentar
"O caminho faz-se caminhando.
O nosso, Descalças – cooperativa cultural, faz-se palmilhando, com passos firmes, decididos e seguros rumo ao objectivo que desde o início traçámos: intervenção social e solidária e cooperação para o desenvolvimento através da cultura e da Arte. "
Apenas quando cada ano chega ao fim, tomamos de facto os números nas mãos e ficamos um pouco mais felizes por sentir que valeu a pena. Se bem que os números não espelham a memória que guardamos de cada dia que vivemos, de cada pessoa que tocamos e que se deixa tocar, de cada vez que somos surpreendidas com a adesão, a crítica ou a alegria de mais uma pessoa espectadora, eles indicam pelo menos que o projecto tem crescido e que os objectivos que nos propomos são alcançados, ainda que exijam um esforço criativo cada vez maior de fazer face à falta de apoios à criação artística que temos sentido, bem como a uma certa incompreensão da dimensão social e cultural que gostaríamos de ocupar nesta região.
Em resumo, em 2008, Descalças apresentaram 50 actividades, sendo 19 criações deste mesmo ano. Resultaram 186 apresentações nas quais participaram 5021 pessoas (2530 crianças e jovens e 2623 pessoas adultas). Realizaram 49 espectáculos, 14 animações, 80 sessões de 6 oficinas de formação, participaram enquanto formandas em 12 formações, estabeleceram 2 co-produções, 6 parcerias e editaram 1 CD.
Para além das apresentações em São Miguel, onde a cooperativa está sediada, contam-se também apresentações efectuadas no Pico, Terceira, Graciosa e ainda em Lisboa, Porto e Coimbra.
Assim, os objectivos traçados para o ano transacto, criar espectáculos e oficinas de formação para um público cada vez mais vasto territorialmente, foram plenamente atingidos. De realçar também o facto de termos conseguido aumentar significativamente o número de público adulto tornando mais clara essa missão da cooperativa, que decorre paralela com a missão de trabalharmos para e com pessoas de todas as idades.
O ano de 2008 permitiu às Descalças consolidar o caminho trilhado e reconfirmado pelo estabelecimento de 6 parcerias e 2 co-produções, uma com o Teatro Micaelense e que deu origem à peça M. A Sede dos Outros e outra com a Pontilha – Associação Cultural que resultou na apresentação de O Jardim das Pessoas Futuras e na continuidade da Escola de Teatro “Era um Vez”, projecto no qual investimos enquanto cidadãs, formadoras e artistas, estabelecendo uma relação pedagógica com um grupo de crianças que criou um espectáculo, diríamos, ousado e original sobre os Direitos Humanos e os Prémios Nóbeis da Paz. A edição do CD Gent’ilesa, da descalça Teresa Gentil, vencedora do prémio Zeca Afonso (CMAlmada 2007), constituiu também um dos pontos altos da actividade desta cooperativa cultural no ano que terminou. De salientar ainda o Prémio LabJovem – Jovens Criadores (Açores) para a peça de teatro A Menina Azul e o êxito obtido com o ciclo de concertos Piano com Todos, no Teatro Micaelense, que levará à edição de um livro com CD, bem como à criação de um novo ciclo de concertos em 2009. Para além destas actividades, desenvolvemos parcerias com a Associação Cultural Corredor, com a Associação Artepalco, com a MEA – Mulheres Empresárias dos Açores, com a UMAR, etc. Outras parcerias, entretanto, foram surgindo pelo caminho e começaram a equilibrar-se para caminhar ao longo deste novo ano. É o caso da parceria com o Estabelecimento Prisional de Ponta Delgada, com a Associação Açoriana de Educação pela Arte, com o Colégio de S. Francisco Xavier, entre outras.
Em suma, 2008 caracterizou-e não só pelo aumento de produção como também pelo aumento de público adulto, assim como o incremento da qualidade que exigimos ao nosso próprio trabalho e às novas criações, factor visível, não só pela forma como foram desenvolvidas, como pelas reacções do público e da crítica.
Este ano, foi para nós um ano em que desenvolvemos muito a nossa capacidade criativa de resistir com arte às dificuldades e aos obstáculos próprios de quem teima em fazer chegar a sua voz a um cada vez maior número de pessoas, enquanto espera sempre evoluir e crescer artisticamente.
"O caminho faz-se caminhando.
O nosso, Descalças – cooperativa cultural, faz-se palmilhando, com passos firmes, decididos e seguros rumo ao objectivo que desde o início traçámos: intervenção social e solidária e cooperação para o desenvolvimento através da cultura e da Arte. "
Apenas quando cada ano chega ao fim, tomamos de facto os números nas mãos e ficamos um pouco mais felizes por sentir que valeu a pena. Se bem que os números não espelham a memória que guardamos de cada dia que vivemos, de cada pessoa que tocamos e que se deixa tocar, de cada vez que somos surpreendidas com a adesão, a crítica ou a alegria de mais uma pessoa espectadora, eles indicam pelo menos que o projecto tem crescido e que os objectivos que nos propomos são alcançados, ainda que exijam um esforço criativo cada vez maior de fazer face à falta de apoios à criação artística que temos sentido, bem como a uma certa incompreensão da dimensão social e cultural que gostaríamos de ocupar nesta região.
Em resumo, em 2008, Descalças apresentaram 50 actividades, sendo 19 criações deste mesmo ano. Resultaram 186 apresentações nas quais participaram 5021 pessoas (2530 crianças e jovens e 2623 pessoas adultas). Realizaram 49 espectáculos, 14 animações, 80 sessões de 6 oficinas de formação, participaram enquanto formandas em 12 formações, estabeleceram 2 co-produções, 6 parcerias e editaram 1 CD.
Para além das apresentações em São Miguel, onde a cooperativa está sediada, contam-se também apresentações efectuadas no Pico, Terceira, Graciosa e ainda em Lisboa, Porto e Coimbra.
Assim, os objectivos traçados para o ano transacto, criar espectáculos e oficinas de formação para um público cada vez mais vasto territorialmente, foram plenamente atingidos. De realçar também o facto de termos conseguido aumentar significativamente o número de público adulto tornando mais clara essa missão da cooperativa, que decorre paralela com a missão de trabalharmos para e com pessoas de todas as idades.
Em suma, 2008 caracterizou-e não só pelo aumento de produção como também pelo aumento de público adulto, assim como o incremento da qualidade que exigimos ao nosso próprio trabalho e às novas criações, factor visível, não só pela forma como foram desenvolvidas, como pelas reacções do público e da crítica.
Este ano, foi para nós um ano em que desenvolvemos muito a nossa capacidade criativa de resistir com arte às dificuldades e aos obstáculos próprios de quem teima em fazer chegar a sua voz a um cada vez maior número de pessoas, enquanto espera sempre evoluir e crescer artisticamente.
2009
apenas um esboço de tudo o que esperamos desenvolver em apenas 365 dias... (ou serão mais?)
"A arte povoa-nos como um osso. Pergunta-nos demasiadas coisas. Faz-nos bem. Inquieta-nos. É por isso, e por outras coisas sem palavras, que cá estamos. Descalças, com a cabeça dos pés directamente sobre a terra, falando com as outras pessoas. Nos Açores escutando o mundo."
Em termos de projectos para 2009, e porque entendemos que a continuidade dos bons resultados se pautará pela continuidade da propagação da nossa Arte, Descalças – cooperativa cultural apostará nas seguintes vertentes fundamentais:
- Digressão dos espectáculos, edições e oficinas de formação já criados, onde assume especial relevo o projecto “Semear Gent'ilesa” que visa a concretização da digressão do concerto Gent'ilesa ao máximo possível de ilhas da Região, ao continente português e estrangeiro.
- Novas criações : Espectáculo Gojto de ti; Ciclo Piano Compositor@s e Edição do livro com Cd Piano com Todos – com Teatro Micaelense.
- Outro grande objectivo da Descalças cooperativa cultural para o corrente ano é conseguir um espaço próprio para o estabelecimento de sede / escritório que sirva também para a realização das nossas actividades. Sonhamos assim com a possibilidade de um espaço para criação e ensaios que nos permita também o estabelecimento de novas parcerias, espaço este que desejamos possa ser uma porta aberta à criação artistica e à programação cultural em São Miguel.
- A formação contínua das Descalças é outro dos pilares fundamentais da nossa actuação. Se em 2008 participamos em 12 acções de formação, num total de 233 horas, para 2009 esperamos obter formação cada vez mais específica nas nossas áreas de eleição por forma a que continuemos sempre a evoluir, nomeadamente ao nível da formação superior em Criatividade.
- Por último, e enquanto vamos caminhando sempre para a frente, importa-nos em 2009 conseguir uma maior consolidação da estrutura profissional que vimos mantendo, criando melhores condições laborais para as pessoas que connosco se têm envolvido, de maneira que o futuro da cooperativa esteja assegurado e seja promissoramente sorridente.
apenas um esboço de tudo o que esperamos desenvolver em apenas 365 dias... (ou serão mais?)
"A arte povoa-nos como um osso. Pergunta-nos demasiadas coisas. Faz-nos bem. Inquieta-nos. É por isso, e por outras coisas sem palavras, que cá estamos. Descalças, com a cabeça dos pés directamente sobre a terra, falando com as outras pessoas. Nos Açores escutando o mundo."
Em termos de projectos para 2009, e porque entendemos que a continuidade dos bons resultados se pautará pela continuidade da propagação da nossa Arte, Descalças – cooperativa cultural apostará nas seguintes vertentes fundamentais:
- Digressão dos espectáculos, edições e oficinas de formação já criados, onde assume especial relevo o projecto “Semear Gent'ilesa” que visa a concretização da digressão do concerto Gent'ilesa ao máximo possível de ilhas da Região, ao continente português e estrangeiro.
- Novas criações : Espectáculo Gojto de ti; Ciclo Piano Compositor@s e Edição do livro com Cd Piano com Todos – com Teatro Micaelense.
- Outro grande objectivo da Descalças cooperativa cultural para o corrente ano é conseguir um espaço próprio para o estabelecimento de sede / escritório que sirva também para a realização das nossas actividades. Sonhamos assim com a possibilidade de um espaço para criação e ensaios que nos permita também o estabelecimento de novas parcerias, espaço este que desejamos possa ser uma porta aberta à criação artistica e à programação cultural em São Miguel.
- A formação contínua das Descalças é outro dos pilares fundamentais da nossa actuação. Se em 2008 participamos em 12 acções de formação, num total de 233 horas, para 2009 esperamos obter formação cada vez mais específica nas nossas áreas de eleição por forma a que continuemos sempre a evoluir, nomeadamente ao nível da formação superior em Criatividade.
- Por último, e enquanto vamos caminhando sempre para a frente, importa-nos em 2009 conseguir uma maior consolidação da estrutura profissional que vimos mantendo, criando melhores condições laborais para as pessoas que connosco se têm envolvido, de maneira que o futuro da cooperativa esteja assegurado e seja promissoramente sorridente.
Totais descalços de 3 anos nos Açores
Iniciado em Tondela no ano de 2004, o projecto Descalças chegou aos Açores em Janeiro de 2006 e, desde então, para cá temos desenvolvido intensa actividade, actuando no âmbito da criação e edição de obras artísticas, produção, divulgação e formação, principalmente nas áreas da música, teatro e literatura.
Os números relativos às actividades desenvolvidas por esta cooperativa cultural nos últimos 3 anos espelham bem o intenso trabalho que tem sido desenvolvido. As actividades e criações originais ascendem a uma centena, traduzidas num total de 415 apresentações, das quais 110 correspondem a espectáculos, 93 a animações e 174 a oficinas de formação. As pessoas abrangidas pelas actividades por nós levadas a cabo contabilizam-se em 14 624, entre as quais 10 257 crianças e 4 367 pessoas adultas. A tudo isto acresce ainda, entre outras, a edição de dois Cd’s e de um livro com Cd.
Iniciado em Tondela no ano de 2004, o projecto Descalças chegou aos Açores em Janeiro de 2006 e, desde então, para cá temos desenvolvido intensa actividade, actuando no âmbito da criação e edição de obras artísticas, produção, divulgação e formação, principalmente nas áreas da música, teatro e literatura.
Os números relativos às actividades desenvolvidas por esta cooperativa cultural nos últimos 3 anos espelham bem o intenso trabalho que tem sido desenvolvido. As actividades e criações originais ascendem a uma centena, traduzidas num total de 415 apresentações, das quais 110 correspondem a espectáculos, 93 a animações e 174 a oficinas de formação. As pessoas abrangidas pelas actividades por nós levadas a cabo contabilizam-se em 14 624, entre as quais 10 257 crianças e 4 367 pessoas adultas. A tudo isto acresce ainda, entre outras, a edição de dois Cd’s e de um livro com Cd.
1. Judite Fernandes, Maria Simões, Fátima Ramos e Teresa Gentil - foto Pedro 'o Bué' Cerqueira
2. Sara Seabra - foto Pedro 'o Bué' Cerqueira
sexta-feira, fevereiro 06, 2009
Descalças no Expresso das Nove
Intervir socialmente através da arte
Edição 6.Fev.09
Jornalista Patrícia Carreiro
"Dessa forma de estar na vida, quer no palco, quer na rua, nasceu naturalmente este nome. Descalças para que os pés possam melhor sentir a terra onde pousam. Descalças para caminhar, simplesmente, sempre. Para fazer caminho", diz Maria Simões. O objectivo destas cinco mulheres é "cooperar para o desenvolvimento e intervir socialmente através da arte". Transformar o mundo que as rodeia com e através da arte é outra das intenções do grupo, pois, na opinião da presidente, "através destes olhos, o mundo é um lugar sempre mais bonito".
ler a notícia completa em http://www.expressodasnove.pt/interiores.php?id=3330
quarta-feira, janeiro 07, 2009
Teresa Gentil e Descalças em programas de rádio... lá fora!

ouvir a entrevista aqui
TERESA GENTIL Cresceu em Tondela, tropeçou nas várias artes cénicas do ACERT, estudou composição musical no Porto e intervém actualmente (e activamente) na vida cultural da Ilha de são Miguel. Teresa Gentil, cantautora de «cantos de língua» muito afiados acaba de lançar o álbum “Genti’ilesa”. Um punhado de canções que absorvem uma miríade de estilos e que servem de suporte para a poesia de Natália Correia, Eugénio de Andrade e da própria Teresa, mestre na arte de tocar em assuntos incómodos com elegância. Oiça-se “Samba da Surra”. Como é que um samba sobre violência doméstica nos pode deliciar tanto?
Esta é uma emissão especial Terra de Abrigo exclusiva com Teresa Gentil que, além de apresentar “Gent’Ilesa”, falará dos vários projectos de intervenção e gestão cultural (do teatro e escrita à criação de novos públicos) que tem em mãos com a cooperativa Descalças de São Miguel.
Rádio Zero - Segunda a Sexta-feira, entre as 18h às 19h. Repete no dia seguinte entre as 8h e as 9h da manhã.
Rádio Universitária do Minho - Terças-feiras, às 21h
Miróbriga - Domingos, entre as 21h e as 23h
ouvir a entrevista aqui
in http://cronicasdaterra.com/cronicas/category/radio/
Foto: Maria Simões
segunda-feira, janeiro 05, 2009
Descalças "entre as mulheres"
Os programas de Isabel Gomes, na Antena 1, "Isabel entre as mulheres" com as descalças Maria Simões e Teresa Gentil já podem ser ouvidos no site http://ww1.rtp.pt/acores/?article=5064&visual=19. O mesmo programa que conversou com a descalça Judite Fernandes ainda não está disponível.
sexta-feira, janeiro 02, 2009
2009 aí está!
As Descalças também cá estão.
Continuamos a sonhar utopias!
BOM ANO (mais descalço!)
Foto: Pedro 'o Bué' Cerqueira
Para este ano, entre muitos,
escolhemos três lemas que queremos viver e partilhar:
Não somos responsáveis apenas pelo que fazemos,
mas também pelo que deixamos de fazer.
Molière, dramaturgo francês
O mar é apenas este conselho:
avançar sempre - chegar nunca.
Vahagn Davtian
Dai-me um ponto de apoio e moverei o mundo.
Arquímedes
domingo, dezembro 07, 2008
Música para Teatro de Teresa Gentil
Finalmente colocámos online mais música da descalça Teresa. Desta vez, criámos a página http://www.myspace.com/teresagentildescalcas e nela poderão enontrar a música que tem composto para as peças e animações das Descalças ou com produção Descalça.
Esperamos que gostem.
Esperamos que gostem.
quarta-feira, novembro 19, 2008
António Sousa sobre CD Gent'ilesa
Gent’ilesa – A nova trova duma mulher de palavra
“Listen to the words and dance!” (David ‘Talking Heads’ Byrne)
Gentil a voz afaga os sentidos na rota do silêncio. Ilesa a voz inquieta denuncia o aperto da barbárie. É chama a voz que encarna o ventre da raiz.
A trova que Teresa Gentil nos propõe em “Gent’ilesa” traz nas entranhas a coragem do gesto artístico que, sem rodeios, é afirmação de um tempo outro onde se adivinham sinais, ecos e preciosos silêncios de novos hinos. Há que ouvir “Gent’ilesa com a atenção desmedida de quem se rende sem medo ao calor da chama que anuncia novos dias.
Voz que ao mesmo tempo embala e desperta, absorve e explora, percorre e revela o sentido explícito e implícito da palavra nua e crua. Canto que afaga… dispara e ousa ser interventivo sem se perder nos labirintos e meandros de lugares-comuns ou estafadas tiradas mais ou menos politicamente correctas. Denúncia assumida de quem se sente consciente e profundamente perturbada pelas marcas e feridas, visíveis e interiores, da barbárie institucionalizada (mesmo quando esta se veste de tons supostamente atraentes e sedutores).
Tanto para descobrir e saborear no rico e variado conjunto de temas deste segundo álbum a solo de Teresa Gentil. Uma viagem com rota definida rumo a muitos e sugestivos portos. Unidade e diversidade sobejamente confirmadas na riqueza e expressividade melódica, nas soluções e resoluções harmónicas e nas opções de arranjos plenas de brilho.
“Descalça”, firme e constante, Teresa Gentil é mulher de voz própria que anuncia uma “nova trova” inteligentemente alicerçada na arte de tocar guitarra como quem deixa nas cordas as impressões digitais e na forma única, fulgor e rara sensibilidade com que percorre as teclas do piano. Ousaria dizer que a Teresa simultaneamente estilhaça e abraça aquele que será o seu instrumento de eleição.
“Gent’ilesa” é também um disco inovador em termos de inventividade rítmica, plenamente demonstrada em sucessivos e inteligentemente entrosados balanços que nascem, claramente, de muito estudo/trabalho e talento aos molhos. Dá para dizer que o som da Gentil e Ilesa Teresa transpira um “groove” que dá que pensar e dançar: nas cadências do samba/ bossa nova, do swing e do tango; batidas de raiz nossas e de outros lugares; e novas propostas onde a palavra é, ela própria, ritmo. A potência e essência significante e mesmo interventiva da canção ou vive do balanço (e do silêncio) certo ou não vai lá…”Gent’ilesa” vai…longe e directo aos ouvidos do coração!
P.S.: Ainda a propósito de ”Gent’ilesa” convém lembrar: a notável cumplicidade artística de Maria Simões, presente na palavra dita e escrita, na flauta e na produção executiva do CD; a qualidade dos músicos participantes; a terna e subtil beleza do texto de apresentação de Judite Fernandes; e ainda… a transbordante sensibilidade de Luís Roque, responsável pelas formas, cores e contornos gráficos que ilustram o álbum.
António Melo Sousa (Realizador, Antena1-Açores)
“Listen to the words and dance!” (David ‘Talking Heads’ Byrne)
Gentil a voz afaga os sentidos na rota do silêncio. Ilesa a voz inquieta denuncia o aperto da barbárie. É chama a voz que encarna o ventre da raiz.
A trova que Teresa Gentil nos propõe em “Gent’ilesa” traz nas entranhas a coragem do gesto artístico que, sem rodeios, é afirmação de um tempo outro onde se adivinham sinais, ecos e preciosos silêncios de novos hinos. Há que ouvir “Gent’ilesa com a atenção desmedida de quem se rende sem medo ao calor da chama que anuncia novos dias.
Voz que ao mesmo tempo embala e desperta, absorve e explora, percorre e revela o sentido explícito e implícito da palavra nua e crua. Canto que afaga… dispara e ousa ser interventivo sem se perder nos labirintos e meandros de lugares-comuns ou estafadas tiradas mais ou menos politicamente correctas. Denúncia assumida de quem se sente consciente e profundamente perturbada pelas marcas e feridas, visíveis e interiores, da barbárie institucionalizada (mesmo quando esta se veste de tons supostamente atraentes e sedutores).
Tanto para descobrir e saborear no rico e variado conjunto de temas deste segundo álbum a solo de Teresa Gentil. Uma viagem com rota definida rumo a muitos e sugestivos portos. Unidade e diversidade sobejamente confirmadas na riqueza e expressividade melódica, nas soluções e resoluções harmónicas e nas opções de arranjos plenas de brilho.
“Descalça”, firme e constante, Teresa Gentil é mulher de voz própria que anuncia uma “nova trova” inteligentemente alicerçada na arte de tocar guitarra como quem deixa nas cordas as impressões digitais e na forma única, fulgor e rara sensibilidade com que percorre as teclas do piano. Ousaria dizer que a Teresa simultaneamente estilhaça e abraça aquele que será o seu instrumento de eleição.
“Gent’ilesa” é também um disco inovador em termos de inventividade rítmica, plenamente demonstrada em sucessivos e inteligentemente entrosados balanços que nascem, claramente, de muito estudo/trabalho e talento aos molhos. Dá para dizer que o som da Gentil e Ilesa Teresa transpira um “groove” que dá que pensar e dançar: nas cadências do samba/ bossa nova, do swing e do tango; batidas de raiz nossas e de outros lugares; e novas propostas onde a palavra é, ela própria, ritmo. A potência e essência significante e mesmo interventiva da canção ou vive do balanço (e do silêncio) certo ou não vai lá…”Gent’ilesa” vai…longe e directo aos ouvidos do coração!
P.S.: Ainda a propósito de ”Gent’ilesa” convém lembrar: a notável cumplicidade artística de Maria Simões, presente na palavra dita e escrita, na flauta e na produção executiva do CD; a qualidade dos músicos participantes; a terna e subtil beleza do texto de apresentação de Judite Fernandes; e ainda… a transbordante sensibilidade de Luís Roque, responsável pelas formas, cores e contornos gráficos que ilustram o álbum.
segunda-feira, maio 26, 2008
O livro "A menina azul" chega às crianças da Povoação
2 JunhoEscolas do 1º ciclo do ensino básico da Povoação
O espectáculo "A menina azul" nasceu por causa da Povoação.
As Descalças apresentaram espectáculos em todas as escolas de um concelho açoriano... na Povoação.
A "menina azul" foi editada em livro com CD... porque na Povoação nasceram muitos afectos e o desejo de voltar. (Em nós e nas crianças protagonistas do espectáculo!)
Entretanto o espectáculo foi premiado no LABJOVEM (Jovens Criadores Açores) na área de Teatro.
E o livro já correu muitos mares pelo que a sua 1ª edição (Maio 2007) está praticamente esgotada.
Por tudo isto as Descalças vão, no próximo dia 2 de Junho, levar à Povoação, em mãos, o livro " A menina azul". Comemorar desta forma um ano do nascimento do livro, o Dia Mundial da Criança e prestar a mais que justa homenagem a todas as crianças que tornaram possível a realização deste livro (não só porque 20 delas lhe deram ilustrações, mas principalmente porque foram co-criadoras de momentos únicos em cada apresentação realizada).
desejo e proposta: Descalças
cumplicidade: Câmara Municipal da Povoação
domingo, abril 27, 2008
ouvir Gent'ilesa ao vivo em Almada
Já se podem ouvir algumas músicas gravadas no concerto Gent'ilesa ao vivo, realizado a 12 de Abril em Almada, em: http://www.myspace.com/teresagentilSerá um prazer contar com a vossa escuta e os vossos comentários... aqui ou lá.
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