sábado, outubro 30, 2010
sábado, outubro 23, 2010
sexta-feira, outubro 22, 2010
Fundação do Gil - voluntariado
29Set09
Uma noite quase sem dormir. Um dia que corre sem que o agarre nem o acompanhe. São 16h. Compro finalmente a Nikon D60. Cuido de mim por uns segundos. Subo a ladeira rumo ao Hospital. Alguém me espera, lá dentro. Doente ou não. Não sei quem.
Tudo pára.
Toda eu páro.
Para estar simplesmente aqui.
Onde faço falta para abrir portas e semear sorrisos.
18h30. Regresso do Hospital com a alma cheia. Um patrão de cabelo em onda cravado na t-shirt amarela e no peito. Eu recebi tanto naquela hora a contar, a cantar, a simplesmente estar ali e em mais nenhum lugar... Os olhares, os sorrisos, as gargalhadas, a cumplicidade, as mães, as crianças, as enfermeiras... e a barulheira que fizémos naquela pediatria... No final, o patrão Gil recebeu um abraço de toda, toda a gente... E houve um menino, e depois outro que o abraçaram tão forte, tão forte... Ufa! Chegou bem dentro de mim.
(testemunho de Maria Simões, aquando da sua primeira Hora da Música, com a Fundação do Gil)
quarta-feira, outubro 20, 2010
terça-feira, outubro 19, 2010
Oficina para a Universidade Sénior
OFICINA DA GARGALHADA só para gente bem grande! Ou seja, vamos trabalhar com a Universidade Sénior já a partir da próxima semana. As inscrições estão abertas!
OFICINA DA GARGALHADA
6ª feira, 16h00-17h30
segunda-feira, outubro 18, 2010
sexta-feira, outubro 08, 2010
Descalças no mundo
a descalça Maria vai estar em Lisboa (14 a 22 de Outubro) a apresentar o seu filme "Mais um dia à procura" (prod. Corredor-Associação Cultural) e a participar no workshop de realização do Docliboa 2010. Talvez seja por andarmos descalças que estamos em todo o lado! Vamos leves.
quarta-feira, setembro 29, 2010
Doclisboa
O "Mais um dia à procura" foi seleccionado para o Doclisboa. As projecções do filme serão a 17 de Outubro (17h) no grande auditório da Culturgest e a 21 de Outubro (23h) no pequeno auditório da Culturgest, em Lisboa. A Maria (talvez descalça) vai lá estar.
quinta-feira, setembro 23, 2010
quebrando isolamento, experimentando acção

Oficina de Teatro d@ Oprimid@/Teatro Fórum
Apoios: Descalças cooperativa cultural, CGTP e UMAR-Açores
curinga: Judite Fernandes
Oficina de Teatro d@ Oprimid@ no Porto
Organização de Gaiac (Agrupo de acção e intercâmbio artístico e cultural) e Grupo de Teatro legislativo Estudantes por empréstimo. Mais info em: estetica.do.oprimido@gmail.comdinamizada por
Olivar Bendelak, do CTO – Rio
Porto :: 29, 30 e 31 de Outubro 2010 :: ESMAE
Olivar Bendelak
é curinga do Centro de Teatro do Oprimido do Rio de Janeiro e um dos seus responsáveis, fazendo parte da sua equipa e elenco. Trabalhou activamente com Augusto Boal desde a década de 1990. Encenou vários grupos populares de Teatro do Oprimido: Grupo CORPO EnCENA, da comunidade da Pedreira em Costa Barros, que originou a primeira lei estadual do Teatro Legislativo; Grupo Marias do Brasil, em parceria com a Curinga Claudete Felix, formado por trabalhadoras domésticas que na luta pelos direitos da categoria fez apresentação no Congresso Nacional em Brasília. Foi um dos elementos da equipa do mandato de Augusto Boal, quando este foi eleito para a Assembleia dos Vereadores, no Rio de Janeiro. Olivar é desde 2000 o responsável pelo Teatro Legislativo no CTO-Rio.
Estética do Oprimido
é a mais recente pesquisa desenvolvida por Boal e a equipe do Centro de Teatro do Oprimido, é a seiva que alimenta a Árvore, desde as raízes passando pelo tronco, atravessando galhos e folhas. A Estética do Oprimido tem por fundamento a crença de que somos todos melhores do que supomos ser, e capazes de fazer mais do que aquilo que efetivamente realizamos: todo ser humano é expansivo. Trata-se do fundamento teórico e prático do Método do Teatro do Oprimido: através de meios estéticos – que proporcionam a descoberta das possibilidades produtivas e criativas, e da capacidade de representar a realidade produzindo Palavra, Som e Imagem – promover a sinestesia artística que impulsiona o autoconhecimento, a auto-estima e a autoconfiança; e o diálogo propositivo que estimula a transformação da realidade.”
Bárbara Santos

